
Caricaturistas
O Espírita-Cristão jamais deverá negligenciar o estudo perseverante da Codificação
“Experimentai se os Espíritos são de Deus, porquanto
muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.”
João. (1ª. Epístola, 4:1.)
Sabemos que a caricatura é um desenho que, pelo traço, pela escolha de detalhes, revela certos aspectos fisionômicos da pessoa, acentuando-se, assim, mais os defeitos ou fatos em que esteja envolvida. É, portanto, uma reprodução deformada de algo ou alguém. No teatro é a representação burlesca em que são comicamente imitadas pessoas e fatos; arremedo, farsa, sátira…
Pois bem, existe certo tipo de inimigo da luz cuja técnica de ação é justamente usar o recurso da caricatura. Desenham, então, a caricatura do Espiritismo com o fim específico de denegri-lo. Ora, eles sabem muito bem o que é o Espiritismo, vez que todo aquele que faz uma caricatura precisa estudar muito bem o modelo original. A partir daí, acentuando e revelando detalhes isolados, tecem o retrato distorcido ou tendencioso, com o qual pretendem iludir os ignorantes e desavisados, mostrando-lhes uma reprodução deformada.
Os caricaturistas dessa ordem são de todos os tempos! O próprio Mestre Lionês já esteve às voltas com eles. Andam agora tentando “refinar” a Codificação.
Ora, não sem motivos Jesus já nos alertava contra os falsos profetas.
O Espírita-Cristão jamais deverá negligenciar o estudo perseverante da Codificação Espírita a fim de reconhecer imediatamente uma “caricatura” quando com ela se deparar. Tal a imperiosa necessidade de esmiuçar até à exaustão os ensinamentos kardequianos para que estejamos devidamente municiados contra as argumentações falaciosas e distorcidas dos inimigos da luz.
É até mesmo nosso dever de Espíritas-Cristãos divulgar em espírito e verdade os sublimes ensinamentos de Jesus através das cristalinas lentes espiritistas de modo a legar aos pósteros, sem distorções, a formosa Doutrina elaborada pelos Benfeitores da humanidade em parceria com Kardec.
Será sempre de grande utilidade atentar para estas palavras de Erasto (1): “nos momentos de transição qual o em que vivemos atualmente, urge desconfiar dos falsos profetas tanto como desmascará-los, vez que uma multidão de ambiciosos e intrigantes se arvoram em reformadores da humanidade... Desconfiai, pois, dos falsos profetas, máxime numa época de renovação, qual a presente, porque muitos impostores se dirão enviados de Deus. Eles procuram satisfazer na Terra à sua vaidade; mas uma terrível justiça os espera, podeis estar certos.
É contra esses impostores caricaturistas da verdade que se deve estar em guarda, correndo a todo homem honesto o dever de desmascará-los.”
Rogério Coelho
Referências Bibliográficas:
(1) KARDEC, Allan. O Evangelho Seg. o Espiritismo. 129.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2009, cap. XXI, item 9.
Nota do editor:
Imagem ilustrativa em destaque disponível em <https://turismosemcensura.com.br/falsos-profetas-do-turismo/>. Acesso em: 27DEZ2020.
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