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“A morte não é nada”

novembro 3, 2022

Ainda alusivo ao transcurso deste último dia de Finados, compartilho com os nossos leitores da Agenda Espírita Brasil (AEB) o texto proferido ao final de nossa exposição realizada nos canais da AEB às 19h do dia 02 de novembro de 2022.

Quando pensamos em nossos entes queridos que já desencarnaram, a dor da saudade, da  ausência física deles nos machuca o coração, muitas vezes nos levando a revolta contra a vida, contra Deus ou a uma prologada tristeza. Mas Santo Agostinho, no poema “A morte não é nada” nos revela uma outra face sobre a morte física,  que é alinhada com a Doutrina Espírita, que foi anunciada por Nosso Senhor Jesus Cristo como o Consolador prometido.

Como o Espiritismo, a mensagem  no poema de Santo Agostinha traz o consolo ao coração daqueles que viram seus entes queridos desaparecerem de seus convívios pela morte. É confortante saber que somos visitados mais frequentemente que imaginamos por aqueles que partiram para uma outra dimensão,  e que os vínculos de amor nunca, jamais, se desfazem. A morte é “morta” neste poema.

Pensemos nisso.

Nota do editor:
Imagem ilustrativa e em destaque disponível em <https://agendaespiritabrasil.com.br/2020/10/30/perante-a-ancestral-deferencia-aos-finados/>. Acesso em: 02NOV2022.

Maria Lúcia Garbini Gonçalves
Maria Lúcia Garbini Gonçalves

Tradutora, mora em Porto Alegre/RS, estudante da Doutrina Espírita, trabalha no Grupo Espírita Francisco Xavier como médium.

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