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O Tempo certo

março 16, 2023

Recorra à oração e confie no tempo

“(…) Tudo tem o seu tempo determinado, e há
tempo para todo o propósito debaixo do Céu.”
(Eclesiastes, 3:1.)

Vejamos algumas expressões contidas no Eclesiastes (1):

“há, para todas as coisas, um tempo determinado por Deus: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de saltar; tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora; tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de aborrecer; tempo de guerra, e tempo de paz. Há um tempo para todo o intento e para toda a obra”.

O homem de hoje, materialista por excelência, perde facilmente a noção de perspectiva, desesperando-se por ser impaciente; tentando resolver tudo a ferro e fogo, afoito e precipitado, esquecendo-se de esperar pelo tempo, este grande e eficiente lapidador de nossas vidas, terapeuta por excelência de todas as situações e circunstâncias adversas.

Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Franco, aconselha: “(…) recorra à oração e confie no tempo, quando as coisas se apresentarem diferentes do que você espera. Infeliz, realmente, é todo aquele que acredite ser hoje o tempo único, buscando resolver agora, o que só mais tarde será solucionado naturalmente. (…) Acalme-se, pois, e avance com a luz da consciência tranquila”, confiando em Deus e esperando o tempo por Ele determinado para que se realize seus anelos mais caros.

A intemperança e a precipitação geram infelicidade e angústia.

A calma e a confiança em Deus determinam a tranquilidade e a esperança.

Não é sem motivo que nas anotações Neotestamentárias está exarado: “pela vossa paciência possuireis a vossa alma”.

Já Casimiro Cunha – inspiradamente – aconselha: “trabalha, atendendo alegre,/ aos planos de maior vulto,/ recorda que a paciência/ é sempre um tesouro oculto”.

Rogério Coelho

Nota do Autor:
(1) Eclesiastes 3:1 a 8.

Nota do Editor:
Imagem em destaque disponível em <https://pixabay.com/pt/photos/garota-jovem-estilo-de-vida-mulher-1026246/> . Acesso em 16MAR2023.

Rogério Coelho
Rogério Coelho

Rogério Coelho nasceu na cidade de Manhuaçu, Zona da Mata do Estado de Minas Gerais onde reside atualmente. Filho de Custódio de Souza Coelho e Angelina Coelho. Formado em Jornalismo pela Faculdade de Minas da cidade de Muriaé – MG, é funcionário aposentado do Banco do Brasil. Converteu-se ao Espiritismo em outubro de 1978, marcando, desde então, sua presença em vários periódicos espíritas. Já realizou seminários e conferências em várias cidades brasileiras. Participou do Congresso Espírita Mundial em Portugal com a tese: “III Milênio, Finalmente a Fronteira”, e no II Congresso Espírita Espanhol em Madrid, com o trabalho: “Materialistas e Incrédulos, como Abordá-los?” Participou da fundação de várias casas Espíritas na Zona da Mata Mineira.

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