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A oração da fé viva

março 31, 2024

Acima de qualquer medicação, aprendamos a orar, entender e auxiliar…

                                                “(…) E a oração da fé salvará o  doente, e o Senhor o levantará.”
                                                  – (Tiago, 5:15).

Inúmeras criaturas arrastam pesadamente os pés, vergadas ao peso dos dissabores de vários matizes na árdua caminhada evolutiva… A rebeldia tem contribuído tristemente para o grande contingente de vicissitudes que voluntariamente amealhamos pelos caminhos…

A mente é fonte criadora, portanto, se se deseja sair de vez dos patamares inferiores para  os  superiores, faz-se necessário modificar as  estruturas  dos   pensamentos, livrando-nos das sequelas deprimentes do rol de situações que nos prendem aos vales tenebrosos.

Para regenerar a saúde da Alma de forma definitiva, faz-se, também necessário um posicionamento ético  sadio, longe  da indignação doentia, do desalento, da maledicência ou  da inutilidade… Será também importante vazar no amor e na ética cristã todos os nossos atos e pensamentos. Tal cardápio de atitudes sadias ensejar-nos-á desembocar no estuário do equilíbrio cristão, cujo corolário imediato será a cura definitiva.

Se a estrutura íntima não está harmonizada com a Engenharia Divina, nossa construção mental virá abaixo, soterrando-nos sob toneladas de vicissitudes.

Façamos a nossa parte para que o Céu faça a dele!…

A fim de sensibilizarmos os Espíritos Benfeitores da humanidade a nosso favor, torna-se necessário adequarmo-nos às diretrizes do Cristo, agora clareadas pela abendiçoada Doutrina dos Espíritos.

Acima de qualquer medicação, aprendamos a orar, entender, auxiliar; preparando, assim, a terra do coração para a sementeira do Reino de Deus.

Nesse passo, atentemos para o lúcido quão oportuno aconselhamento de Emmanuel (1):

“(…) desapega-te de bens transitórios que te foram emprestados pelo Poder Divino, de acordo com a Lei do Uso, e lembra-te de que serás, agora ou depois, reconduzido à Vida Maior, onde encontramos sempre a consciência. Foge à brutalidade… Enriquece os teus fatores de simpatia pessoal, pela prática do amor fraterno. Busca a intimidade com a sabedoria, pelo estudo, pela oração e pela meditação.

Não manches teu caminho. Serve sempre. Trabalha na extensão do bem. Guarda lealdade ao ideal superior que te ilumina o coração e permanece convicto de que se cultivas a oração da fé-viva, em todos os teus passos, aqui ou além, o Senhor te levantará”.

Rogério Coelho

Referência:
XAVIER, F. Cândido. Fonte viva. 10.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 19882. cap. 86. p.201.

Rogério Coelho
Rogério Coelho

Rogério Coelho nasceu na cidade de Manhuaçu, Zona da Mata do Estado de Minas Gerais onde reside atualmente. Filho de Custódio de Souza Coelho e Angelina Coelho. Formado em Jornalismo pela Faculdade de Minas da cidade de Muriaé – MG, é funcionário aposentado do Banco do Brasil. Converteu-se ao Espiritismo em outubro de 1978, marcando, desde então, sua presença em vários periódicos espíritas. Já realizou seminários e conferências em várias cidades brasileiras. Participou do Congresso Espírita Mundial em Portugal com a tese: “III Milênio, Finalmente a Fronteira”, e no II Congresso Espírita Espanhol em Madrid, com o trabalho: “Materialistas e Incrédulos, como Abordá-los?” Participou da fundação de várias casas Espíritas na Zona da Mata Mineira.

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