Cego de nascença 

Rogério Coelho
18/09/2020
3126 visualizações

O verdadeiro poder é o daquele que faz o bem 

 “Se esse homem não fosse um enviado de Deus, 

nada  poderia  fazer  de  tudo o que tem feito.” 

  • João, 9:1 a 34. 

 

O episódio da cura do “cego de nascença” é riquíssimo em lições de incrível atualidade.  Inicialmente podemos observar dois fatos: a diferença entre prova e expiação e a noção intuitiva da preexistência da Alma desaguando (em consequência) na reencarnação… 

Perguntaram a Jesus: “Mestre, foi pecado desse homem, ou dos que o puseram no mundo, que deu causa a que ele nascesse cego?” 

Jesus respondeu: não é por pecado dele, nem dos que o puseram no mundo; mas, para que nele se patenteiem as obras do poder de Deus.” 

Ora, se não havia dívida cármica e ele estava cego, evidentemente que não se tratava de expiação e sim de prova. Deus que é justo, não lhe imporia um sofrimento sem utilidade, portanto, se não era expiação do passado tratava-se de uma provação apropriada ao progresso daquele homem.   A pergunta demonstra também que os discípulos tinham intuição de uma existência anterior, portanto, a Reencarnação que é um dos pontos básicos do Espiritismo é tão antiga quanto o mundo, e dela todos os povos antigos possuíam alguma noção. 

Embora compreensivelmente Jesus não houvesse proclamado abertamente a reencarnação, observemos que Ele não Se alarmava com perguntas deste jaez e tampouco pedia maiores esclarecimentos, como por exemplocomo houvera podido este homem pecar antes de nascer?”   Se a pergunta dos discípulos fosse imbecil, Jesus teria respondido desta maneira. Não o fazendo, naturalmente estava chancelando a reencarnação. Vemos assim que a reencarnação ressalta até dos silêncios de Jesus.    

Em Se aproximando do cego Jesus disse: é preciso que eu faça as obras d`Aquele que me enviou, enquanto é dia; vem depois a noite, na qual ninguém pode fazer obras. Enquanto estou no mundo, sou a Luz do mundo.”  É Jesus concitando-nos ao trabalho perseverante no Bem, enquanto temos força e condição para tal. Depois vem a noite que entendemos como o tempo após a oportunidade de termos realizado o trabalho e não realizamos, e aí será tarde!… 

O filho pródigo sempre encontrará aberta a porta de retorno ao aconchego do ninho paterno, no entanto, a qualquer tempo, a oportunidade perdida significará lamentável atraso na marcha evolutiva. 

Quando Jesus afirma: “Sou a luz do mundo”, Ele o diz com tamanha convicção e firmeza que exemplifica para todos nós o “modus-vivendi” do verdadeiro profeta, do missionário por excelência, consciente de sua missão. A mesma integridade de gestos Ele espera de todos os que se dizem Seus discípulos, fazendo brilhar a luz ínsita no imo de cada um. 

A importância de Jesus em nossas vidas foi ratificada mais tarde pela Doutrina Espírita (1), quando os Espíritos declararam-nO como o nosso “Modelo e Guia mais perfeito que Deus ofereceu ao mundo.” 

Após a cura do cego, observamos o efeito de tal acontecimento no dia a dia daquela sociedade: seus vizinhos e os que viram antes o cego a pedir esmolas diziam: não é este o que estava assentado e pedia esmolas? Uns respondiam: é ele. Outros diziam: não, é um que se parece com ele.” Observamos neste flagrante a incredulidade... Mas, mesmo incrédulos e perplexos, levaram o homem aos fariseus que também o interrogaram. 

Desnecessário dizer o quanto os fariseus eram orgulhosos e pretensiosos, julgando-se os donos da verdade e não admitindo nada além da apoucada capacidade deles. Nada lhes podia ser superior. Mas estavam diante de um fato que lhes desafiava a pretensa “sapiência e virtudes” e por isso, recalcitravam em admiti-lo, vez que seria o mesmo que concordar com a existência de algo situado acima da compreensão e competência que julgavam possuir. Mas, contra fatos não há argumentos e não tiveram alternativa senão admitir a cura. Mas ainda não se deram por vencidos! Entraram a discutir sobre a questão do sábado, dizendo: esse homem não é enviado de Deus, pois que não guarda o sábado.” Outros, porém, diziam: como poderia um homem mau fazer prodígios tais?” Nota-se claramente que, a propósito, havia dissensão entre eles. A seguir vem o lance que denominamos INGRATIDÃO E COVARDIA MORAL: os fariseus chamaram os pais do rapaz que era cego e indagaram: é esse o vosso filho, que dizeis ter nascido cego? Como é que agora vê?” 

Os pais do ex-cego temiam os judeus porque estes já haviam deliberado entre si que quem reconhecesse Jesus como sendo o Cristo (Ungido) seria expulso da Sinagoga, o que equivalia a uma espécie de excomunhão. Assim, psicologicamente pressionados e, para não se comprometerem, responderam: sabemos que esse é nosso filho e que nasceu cego. Não sabemos, porém, como agora vê e também não sabemos Quem lhe abriu os olhos. (sabiam sim). Interrogai-o, ele já tem idade; que responda por si mesmo…” 

Tal resposta denota não só o egoísmo de ambos, mas o descaso para com a sorte do filho (que deveria se comprometer frente aos judeus, livrando a cara dos pais), mas também arrematada covardia e ingratidão, pois como pais deveriam estar exultantes de felicidade e agradecidos a Jesus que lhes curou o filho cego, emancipando-o da dor e da humilhação… 

Quantas criaturas na atualidade deveriam estar agradecidas e não estão!… Quantas se envergonham e se preocupam por terem filhos em escolas nas quais a grande maioria é constituída de não espíritas e, por constituírem minoria, alguns pais “espíritas” deixam que seus filhos se submetam aos ritos e costumes alheios ao Espiritismo. Todo esse “zelo” é para que sejam vistas como “diferentes” da maioria. Chamamos a isto falta de testemunho e ingratidão, além de incoerência para com a Doutrina Espírita que tanto nos beneficia… 

Estabelece-se, por fim, um diálogo tenso entre o jovem curado e os fariseus, no qual o rapaz com simplicidade e lógica imbatíveis pulveriza o orgulho farisaico não restando a estes alternativa senão apelar para a ignorância e destratar o ex-cego a fim de, pelo menos, minimizar a própria perplexidade e tornar menos fragorosa a derrota moral. 

Segundo Allan Kardec (2), o episódio do cego de nascença é “(…) uma cena da vida real apanhada em flagrante. A linguagem do cego é exatamente a desses homens simples, nos quais o bom-senso supre a falta de saber e que retrucam com bonomia aos argumentos de seus adversários, expendendo razões a que não faltam justeza, nem oportunidade. 

O tom dos fariseus, por outro lado, é o dos orgulhosos que nada admitem acima de suas inteligências e que se enchem de indignação à só ideia de que um homem do povo lhes possa fazer observações. Afora a cor local dos nomes, dir-se-ia ser do nosso tempo o fato.” 

Vejamos o final do diálogo: que te fez Ele e como te abriu os olhos?”  (Era a perplexidade mesclada com vaidade, impertinência e despeito). 

Respondeu o homem: “já vo-lo disse e bem o ouvistes;  por que quereis ouvi-lo segunda vez?  Será que queirais tornar-vos Seus discípulos?  —  Ao que eles o carregaram de injúrias e lhe disseram: sê tu Seu discípulo; quanto a nós, somos discípulos de Moisés.  —  Sabemos que Deus falou a Moisés, ao passo que Este não sabemos donde saiu.” 

O homem lhes respondeu: é de espantar que não saibais donde Ele é e que Ele me tenha aberto os olhos. (Pois os judeus não de se tinham na conta de sábios?) — Ora, sabemos que Deus não exalça os pecadores; mas, àquele que O honre e faça a Sua vontade, a esse Deus exalça. Desde que o mundo existe jamais se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.   Se esse homem não fosse um enviado de Deus, nada poderia fazer de tudo o que tem feito.” 

O jovem com a lógica de sua argumentação realçou a obtusidade dos fariseus que irados e perdendo as estribeiras disseram-lhe: tu és todo pecado, desde o ventre de tua mãe, e queres ensinar-nos a nós?”  E o expulsaram…” 

Os fariseus de ontem e de hoje têm ânsia de poder, de supremacia…  Mas Jesus provou que o verdadeiro poder é o daquele que faz o bem, pois Seu objetivo era ser útil e não satisfazer a curiosidade dos indiferentes por meios de coisas extraordinárias e muito menos se submeter ao talante de ordenações puramente humanas e sem sentido como aquela de guardar o sábado. 

Aprendemos ainda com Kardec (3): (…) aliviando os sofrimentos, prendia a Si as criaturas pelo coração e fazia prosélitos mais numerosos e sinceros, do que se apenas os maravilhasse com espetáculos para os olhos. Daquele modo, fazia-Se amado, ao passo que se Se limitasse a produzir surpreendentes fatos materiais, conforme os fariseus reclamavam, a maioria das pessoas não teria visto nEle senão um feiticeiro, ou um mágico hábil, que  os desocupados iriam apreciar para se distraírem. 

Assim, quando João Batista manda, por seus discípulos, perguntar-Lhe se Ele era o Cristo, a Sua resposta não foi: “Eu o sou”, como qualquer impostor houvera podido dizer. Tampouco lhes fala de prodígios, nem de coisas maravilhosas; responde-lhes simplesmente: “ide dizer a João: os cegos veem, os doentes são curados, os surdos ouvem, o Evangelho é anunciado aos pobres…” O mesmo era que dizer: «reconhecei-Me pelas Minhas obras; julgai da árvore pelo fruto», porquanto era esse o verdadeiro caráter da Sua missão divina. 

O Espiritismo, igualmente, pelo bem que faz é que prova a sua missão providencial.  Ele cura os males físicos, mas cura, sobretudo, as doenças morais e são esses os maiores prodígios que lhe atestam a procedência. Seus mais sinceros adeptos não são os que se sentem tocados pela observação de fenômenos extraordinários, mas os que dele recebem a consolação para suas almas; os a quem liberta das torturas da dúvida; aqueles a quem levantou o ânimo na aflição, que hauriram forças na certeza, que lhes trouxe, acerca do futuro, no conhecimento do seu ser espiritual e de seus destinos. Esses os de fé inabalável, porque sentem e compreendem. 

Os que no Espiritismo unicamente procuram efeitos materiais, não lhe podem compreender a força moral.  Daí vem que os incrédulos, que apenas o conhecem através de fenômenos cuja causa primária não admitem, consideram os espíritas meros prestidigitadores e charlatães. Não será, pois, por meio de prodígios que o Espiritismo triunfará da incredulidade será pela multiplicação dos seus benefícios morais, porquanto, se é certo que os incrédulos não admitem os prodígios, não menos certo é que conhecem, como toda gente, o sofrimento e as aflições e ninguém recusa alívio e consolação.”    

Rogério Coelho 

 

Referências: 

(1) KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 88.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2006, q. 625; 

(2) KARDEC, Allan. A Gênese. 43.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003, cap. ,XV, item 25; e 

(3) Idem, ibidem,  cap. XV, itens 27 e 28. 

 

Deixe o primeiro comentário

Veja também

Ver mais
17.09.2026

Live AEB | Auto Crítica | André Luiz Rosa

📅 Convite 📌 Palestra ao-vivo com André Luiz Rosa ▶️ Tema: Auto Crítica 📅 Quinta-feira, 13/05/2021 às 19:00 (horário Brasília) ✅ Participe conosco! Dados do Orador(a): André Luiz Rosa é…
0
17.09.2026

Deus não pune, logo a nossa dor não é uma “reação” a nada

Em sânscrito, karma significa “ato deliberado“. Nas suas origens, a palavra karma significava “força” ou “movimento”. Apesar disso, a literatura pós-védica expressa a evolução do termo para “lei” ou “ordem”,…
0
17.09.2026

III Encontro Nacional de Arte Espírita | Mesa-redonda: arte e movimento jovem

III ENCONTRO NACIONAL DE ARTE ESPÍRITA: Serão momentos de muito aprendizado, reflexão e Arte. 🎼🎨🩰🎭📝 Programação completa no site da Abrarte (link https://www.abrarte.org.br/programacao-iii-enarte ). Transmissão pelo YouTube canal Abrarte Oficial:…
0
Política de Privacidade
lgpd

A sua privacidade é importante para nós. É nossa política respeitar a sua privacidade em relação a qualquer informação sua que possamos coletar em nosso site, e outros sites que possuímos e operamos.

Solicitamos informações pessoais apenas quando realmente precisamos delas para lhe fornecer um serviço. Fazemo-lo por meios justos e legais, com o seu conhecimento e consentimento. Também informamos por que estamos coletando e como será usado.

Apenas retemos as informações coletadas pelo tempo necessário para fornecer o serviço solicitado. Quando armazenamos dados, protegemos dentro de meios comercialmente aceitáveis ​​para evitar perdas e roubos, bem como acesso, divulgação, cópia, uso ou modificação não autorizados.

Não compartilhamos informações de identificação pessoal publicamente ou com terceiros, exceto quando exigido por lei.

O nosso site pode ter links para sites externos que não são operados por nós. Esteja ciente de que não temos controle sobre o conteúdo e práticas desses sites e não podemos aceitar responsabilidade por suas respectivas políticas de privacidade.

Você é livre para recusar a nossa solicitação de informações pessoais, entendendo que talvez não possamos fornecer alguns dos serviços desejados.

O uso continuado de nosso site será considerado como aceitação de nossas práticas em torno de privacidade e informações pessoais. Se você tiver alguma dúvida sobre como lidamos com dados do usuário e informações pessoais, entre em contato conosco.

Política de Cookies

O que são cookies?

Como é prática comum em quase todos os sites profissionais, este site usa cookies, que são pequenos arquivos baixados no seu computador, para melhorar sua experiência. Esta página descreve quais informações eles coletam, como as usamos e por que às vezes precisamos armazenar esses cookies. Também compartilharemos como você pode impedir que esses cookies sejam armazenados, no entanto, isso pode fazer o downgrade ou 'quebrar' certos elementos da funcionalidade do site.

Como usamos os cookies?

Utilizamos cookies por vários motivos, detalhados abaixo. Infelizmente, na maioria dos casos, não existem opções padrão do setor para desativar os cookies sem desativar completamente a funcionalidade e os recursos que eles adicionam a este site. É recomendável que você deixe todos os cookies se não tiver certeza se precisa ou não deles, caso sejam usados ​​para fornecer um serviço que você usa.

Desativar cookies

Você pode impedir a configuração de cookies ajustando as configurações do seu navegador (consulte a Ajuda do navegador para saber como fazer isso). Esteja ciente de que a desativação de cookies afetará a funcionalidade deste e de muitos outros sites que você visita. A desativação de cookies geralmente resultará na desativação de determinadas funcionalidades e recursos deste site. Portanto, é recomendável que você não desative os cookies.

Cookies que definimos

  • Cookies relacionados à contaSe você criar uma conta conosco, usaremos cookies para o gerenciamento do processo de inscrição e administração geral. Esses cookies geralmente serão excluídos quando você sair do sistema, porém, em alguns casos, eles poderão permanecer posteriormente para lembrar as preferências do seu site ao sair.
  • Cookies relacionados ao loginUtilizamos cookies quando você está logado, para que possamos lembrar dessa ação. Isso evita que você precise fazer login sempre que visitar uma nova página. Esses cookies são normalmente removidos ou limpos quando você efetua logout para garantir que você possa acessar apenas a recursos e áreas restritas ao efetuar login.
  • Cookies relacionados a boletins por e-mailEste site oferece serviços de assinatura de boletim informativo ou e-mail e os cookies podem ser usados ​​para lembrar se você já está registrado e se deve mostrar determinadas notificações válidas apenas para usuários inscritos / não inscritos.
  • Pedidos processando cookies relacionadosEste site oferece facilidades de comércio eletrônico ou pagamento e alguns cookies são essenciais para garantir que seu pedido seja lembrado entre as páginas, para que possamos processá-lo adequadamente.
  • Cookies relacionados a pesquisasPeriodicamente, oferecemos pesquisas e questionários para fornecer informações interessantes, ferramentas úteis ou para entender nossa base de usuários com mais precisão. Essas pesquisas podem usar cookies para lembrar quem já participou numa pesquisa ou para fornecer resultados precisos após a alteração das páginas.
  • Cookies relacionados a formuláriosQuando você envia dados por meio de um formulário como os encontrados nas páginas de contato ou nos formulários de comentários, os cookies podem ser configurados para lembrar os detalhes do usuário para correspondência futura.
  • Cookies de preferências do sitePara proporcionar uma ótima experiência neste site, fornecemos a funcionalidade para definir suas preferências de como esse site é executado quando você o usa. Para lembrar suas preferências, precisamos definir cookies para que essas informações possam ser chamadas sempre que você interagir com uma página for afetada por suas preferências.

Cookies de Terceiros

Em alguns casos especiais, também usamos cookies fornecidos por terceiros confiáveis. A seção a seguir detalha quais cookies de terceiros você pode encontrar através deste site.

  • Este site usa o Google Analytics, que é uma das soluções de análise mais difundidas e confiáveis ​​da Web, para nos ajudar a entender como você usa o site e como podemos melhorar sua experiência. Esses cookies podem rastrear itens como quanto tempo você gasta no site e as páginas visitadas, para que possamos continuar produzindo conteúdo atraente.

Para mais informações sobre cookies do Google Analytics, consulte a página oficial do Google Analytics.

  • As análises de terceiros são usadas para rastrear e medir o uso deste site, para que possamos continuar produzindo conteúdo atrativo. Esses cookies podem rastrear itens como o tempo que você passa no site ou as páginas visitadas, o que nos ajuda a entender como podemos melhorar o site para você.
  • Periodicamente, testamos novos recursos e fazemos alterações subtis na maneira como o site se apresenta. Quando ainda estamos testando novos recursos, esses cookies podem ser usados ​​para garantir que você receba uma experiência consistente enquanto estiver no site, enquanto entendemos quais otimizações os nossos usuários mais apreciam.
  • À medida que vendemos produtos, é importante entendermos as estatísticas sobre quantos visitantes de nosso site realmente compram e, portanto, esse é o tipo de dados que esses cookies rastrearão. Isso é importante para você, pois significa que podemos fazer previsões de negócios com precisão que nos permitem analisar nossos custos de publicidade e produtos para garantir o melhor preço possível.

Compromisso do Usuário

O usuário se compromete a fazer uso adequado dos conteúdos e da informação que oferece no site e com caráter enunciativo, mas não limitativo:

  • A) Não se envolver em atividades que sejam ilegais ou contrárias à boa fé a à ordem pública;
  • B) Não difundir propaganda ou conteúdo de natureza racista, xenofóbica, ou sobre cassinos, casas de apostas, jogos de sorte e azar, qualquer tipo de pornografia ilegal, de apologia ao terrorismo ou contra os direitos humanos;
  • C) Não causar danos aos sistemas físicos (hardwares) e lógicos (softwares) do site, de seus fornecedores ou terceiros, para introduzir ou disseminar vírus informáticos ou quaisquer outros sistemas de hardware ou software que sejam capazes de causar danos anteriormente mencionados.

Mais informações

Esperemos que esteja esclarecido e, como mencionado anteriormente, se houver algo que você não tem certeza se precisa ou não, geralmente é mais seguro deixar os cookies ativados, caso interaja com um dos recursos que você usa em nosso site.

Strictly Necessary Cookies

Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.