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A felicidade dos eleitos

abril 26, 2021

O egoísmo em expansão é extremamente contagioso

“A lei de amor substitui a personalidade pela
fusão dos seres e extingue a miséria social”.
Lázaro (1)

Quando Jesus nos conclamou a “ajuntar tesouros no Céu”, (Mt., 6:20.), naturalmente Ele estava se referindo à aquisição das virtudes com as quais gravitaremos para as regiões superiores da Espiritualidade.

Existe uma generalizada deformidade do caráter chamada egoísmo, que é o maior empecilho à conquista desses tesouros referidos por Jesus. Curando essa chaga, candidatamo-nos à felicidade dos eleitos.

Declararam os Espíritos Superiores (2): “(…) que o choque, que o homem experimenta, do egoísmo dos outros é o que muitas vezes o faz egoísta, por sentir a necessidade de colocar-se na defensiva. Notando que os outros pensam em si próprios e não nele, ei-lo levado a ocupar-se consigo, mais do que com os outros. Sirva de base às instituições sociais, às relações legais de povo a povo e de homem a homem o princípio da caridade e da fraternidade e cada um pensará menos na sua pessoa, assim veja que outros nela pensaram. Todos experimentarão a influência moralizadora do exemplo e do contato. Em face do atual extravasamento de egoísmo, grande virtude é verdadeiramente necessária, para que alguém renuncie à sua personalidade em proveito dos outros, que, de ordinário, absolutamente lhe não agradecem. Principalmente para os que possuem essa virtude, é que o Reino dos Céus se acha aberto. A esses, sobretudo, é que está reservada a felicidade dos eleitos, pois em verdade vos digo que, no dia da justiça, será posto de lado e sofrerá pelo abandono, em que se há de ver, todo aquele que em si somente houver pensado”.

Complementando o pensamento dos Amigos Espirituais, afirma Kardec: “(…) O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, tal deve ser o alvo de todos os esforços do homem se quiser assegurar a sua felicidade neste mundo, tanto quanto no futuro”.          

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Referências: 

  • KARDEC, Allan. O Evangelho Seg. o Espiritismo. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2009, cap. XI, item 8; e
  • KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2006, q. 917.

Nota do editor:

Imagem ilustrativa e em destaque disponível em <https://www.rainhamaria.com.br/Pagina/20134/Os-Eleitos-de-Deus-colocados-entre-os-Anjos-e-Santos-com-eles-se-rejubilam-na-proporcao-do-bem-praticado-na-terra-Na-terra-ajudavam-se-uns-aos-outros-tal-amor-continua-na-eternidade>. Acesso em: 26ABR2021.

Rogério Coelho
Rogério Coelho

Rogério Coelho nasceu na cidade de Manhuaçu, Zona da Mata do Estado de Minas Gerais onde reside atualmente. Filho de Custódio de Souza Coelho e Angelina Coelho. Formado em Jornalismo pela Faculdade de Minas da cidade de Muriaé – MG, é funcionário aposentado do Banco do Brasil. Converteu-se ao Espiritismo em outubro de 1978, marcando, desde então, sua presença em vários periódicos espíritas. Já realizou seminários e conferências em várias cidades brasileiras. Participou do Congresso Espírita Mundial em Portugal com a tese: “III Milênio, Finalmente a Fronteira”, e no II Congresso Espírita Espanhol em Madrid, com o trabalho: “Materialistas e Incrédulos, como Abordá-los?” Participou da fundação de várias casas Espíritas na Zona da Mata Mineira.

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